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Um dos grandes desafios da Função Manutenção é atender os desejos e os
sonhos, além daquilo que realmente deve ser feito para a manutenção da
função dos ativos, com recursos cada vez mais limitados. Inserida neste
contexto, a função manutenção deve migrar de uma postura executiva para
uma postura tática, alinhando-se à estratégia do negócio a ser mantido.
Para um melhor
alinhamento à estratégia os recursos da função manutenção devem ser
orçados com uma visão de 3 anos, o que chamamos de orçamento plurianual
do Pacote Manutenção.
Após conhecer a
estratégia e as variáveis exógenas capazes de interferir no volume de
recurso financeiro exigido, precisamos listar todas as demandas
previsíveis no momento da elaboração do orçamento de manutenção. Devemos
somar tais demandas àquelas não previsíveis, ou incertezas, resultantes
da imaturidade da Função Manutenção e dos desejos e sonhos citados
anteriormente. Entretanto, esta soma não pode exceder um determinado
teto, conhecido através das previsões menos otimistas para o dólar e
para os preços de commodities, por exemplo. Desta forma, precisamos
conhecer o risco do “não fazer” e mitigá-lo, priorizando aquilo que
efetivamente será realizado pela Função Manutenção.
Esta abordagem
evidencia vários drivers de melhoria a serem seguidos pela Engenharia de
Manutenção e Confiabilidade, os quais serão apresentados durante a
palestra.
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