As indústrias
químicas, petroquímicas e refinarias utilizam em larga escala
trocadores de calor casco tubo para seus processos produtivos. Em
termos de equipamentos estacionários não sujeitos à chama, os
trocadores de calor casco tubo certamente estão entre os que
apresentam maior complexidade técnica e maior histórico de falhas.
Falhas nesses equipamentos geralmente não estão associadas a
cenários catastróficos, porém, por vezes o prejuízo causado é
extremamente elevado, como situações onde o contato entre os fluidos
pode vir a formar misturas agressivas à metalurgia da unidade, e
lucro cessante, já que certas intervenções demandam um tempo
elevado.
Portanto é
necessário utilizar ferramentas de acompanhamento da vida desses
equipamentos a fim de se determinar o melhor momento para alocação
de recursos para manutenção, sempre objetivando equilibrar a equação
entre custo x risco aceitável de falha.